Você já se olhou no espelho e sentiu que perdeu a conexão com quem você é? Já se percebeu se comparando constantemente com outras pessoas, sentindo-se inferior, inadequada ou invisível? Esse tipo de experiência é mais comum do que se imagina — e não precisa ser enfrentada sozinha.
A autoestima está diretamente relacionada à forma como uma pessoa se enxerga, se respeita e se valoriza. Ela influencia decisões importantes, relações afetivas, vida profissional e a saúde emocional como um todo. Quando está fragilizada, é comum sentir que a vida perde leveza, direção e sentido.
A psicoterapia é um espaço seguro e acolhedor que possibilita a reconstrução dessa relação consigo mesmo, fortalecendo o amor-próprio de forma consciente e duradoura.
Sinais de que a autoestima pode estar fragilizada
Alguns comportamentos e sentimentos podem indicar dificuldades relacionadas à autoestima, como:
- Dificuldade em reconhecer as próprias qualidades
- Medo excessivo de críticas ou rejeição
- Perfeccionismo que paralisa e gera frustração
- Tendência a se colocar sempre em último lugar
- Dificuldade em dizer “não” ou estabelecer limites
- Permanência em relações tóxicas por medo da solidão
- Sensação constante de não ser bom o suficiente
Esses sinais não definem quem a pessoa é, mas apontam para aspectos emocionais que precisam de cuidado.
Por que a autoestima pode ser abalada ao longo da vida?
A autoestima não é algo fixo ou definitivo. Ela é construída ao longo da vida a partir das experiências vividas, dos vínculos afetivos, da dinâmica familiar, das críticas recebidas e das comparações constantes.
Vivências como rejeições, cobranças excessivas, traumas emocionais, situações de humilhação ou abandono podem deixar marcas profundas, influenciando a forma como a pessoa passa a se enxergar e se posicionar no mundo — muitas vezes de forma inconsciente.
Como a psicoterapia contribui para a reconstrução da autoestima
A terapia é um processo de reconexão com a própria história, permitindo compreender o que fragilizou a autoestima e fortalecer recursos emocionais internos.
Durante o acompanhamento psicológico, é possível:
- Identificar as origens da baixa autoestima
- Ressignificar experiências emocionais dolorosas
- Questionar e desconstruir crenças negativas sobre si mesmo
- Desenvolver autocompaixão e acolhimento interno
- Aprender a estabelecer limites saudáveis
- Fortalecer a autoconfiança de forma gradual e consistente
O papel do profissional não é dizer quem a pessoa deve ser, mas ajudá-la a enxergar com mais clareza aquilo que foi sendo perdido ao longo do caminho.
Cuidar de si é um processo possível
Reconstruir a autoestima é uma jornada que exige tempo, cuidado e escuta. A psicoterapia oferece um suporte ético, seguro e humanizado para quem deseja se reconectar consigo mesmo e viver com mais equilíbrio emocional.
Na Clínica Psique, o cuidado em saúde mental é realizado de forma individualizada, respeitando a história, o ritmo e as necessidades de cada pessoa.
👉 Buscar ajuda é um passo importante no processo de se reconhecer, se respeitar e se cuidar.
